terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Depressão na adolescência: alerta aos servidores que tem filhos

Depressão pode começar na adolescência, mas quase sempre é ignorada

Agência Brasil
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A publicitária Bárbara Lopes* apresentou os primeiros sinais de depressão aos 19 anos. Na época, começou a se isolar, faltava às aulas na faculdade e dormia durante grande parte do tempo. "Tinha dia em que eu não queria sequer tomar banho. Minhas amigas me chamavam para sair, mas eu não queria. Eu dizia que estava triste, mas para mim não era depressão. Era só tristeza", lembra. Especialista ouvida pela Agência Brasil diz que é uma doença que pode começar em pessoas jovens e nem sempre recebe tratamento médico. 

Mais de 15 anos depois e uma lista extensa de psiquiatras e psicólogos visitados, a publicitária atualmente é casada, tem um bebê e atua na área em que se formou, mas ainda luta contra a doença. "As pessoas ficam sempre perguntando o que a gente tem. Aqueles que se julgam normais perguntam por que eu estou triste se tenho tudo que preciso, se tudo está certo, se sou bonita e inteligente". 

Bárbara toma o mesmo medicamento há sete anos. Mesmo sendo acompanhada por profissionais, a depressão precisa ser combatida diariamente. "Outro dia, deixei meu bebê cair da cama. Além de me sentir culpada, comecei a pensar que nada para mim funcionava, que tudo para mim dava errado, que eu era a pior mãe do mundo". 

Para a publicitária, a combinação entre medicamento e terapia traz qualidade de vida para quem sofre com a doença. "O remédio libera aquilo que está faltando no seu organismo. É como se fosse uma orquestra que precisa do maestro. Quando ele está ali, a música sai direito. Quando não tem o maestro, não tem música", resume. 

Reprodução
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Dados da Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) esta semana, indicam que mais de 11 milhões de brasileiros têm depressão. O número corresponde a 7,6% das pessoas com 18 anos ou mais. Ainda segundo o instituto, desse total, apenas 46,6% dos pacientes tiveram assistência médica nos 12 meses anteriores à pesquisa. 

De acordo com a psiquiatra e psicoterapeuta Fátima Vasconcelos, o Brasil é um dos países latino-americanos com índices mais altos quando o assunto é depressão. Apesar de ser tida por muitos como uma doença que atinge os mais velhos, a depressão, segundo ela, começa cedo – 9% dos casos ocorrem entre 18 e 25 anos; 7,5% entre 26 e 49 anos; e 5,5% acima dos 50 anos. 

"Quanto mais precoce é a doença, mais grave pode vir a ser no futuro e mais danos ela vai provocar na vida do indivíduo. A depressão é uma doença crônica e o mais comum não é ter só uma única crise na vida. O risco de ter uma segunda crise é 50% maior após a primeira. E, para quem tem dois episódios, a chance é 70% maior."

Ainda de acordo com a especialista, a estimativa é a de que seis em cada dez pacientes não procuram ou não encontram tratamento para a doença – sobretudo em razão do preconceito. Ela destaca que uma pessoa com depressão sofre com alterações do humor e, por mais que queria estar bem, vê o mundo de forma negativa e precisa de ajuda para enfrentar isso. 

"Uma pessoa que está deprimida, às vezes, nem percebe que está triste. Mas, quando vai para o trabalho, rende menos do que rendia. Tem dificuldade de memória, concentração e sente uma insegurança muito grande. Ela passa a desconfiar de sua própria capacidade. Por isso, é muitoimportante que as pessoas saibam que a depressão é uma doença do cérebro que tem que ser reconhecida e tratada." 

*Nome fictício a pedido do entrevistado.
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--136-20141213-201412141-1-92354

QPSS - Projeto Lei vai para Assembléia Legislativa do Paraná

Secretário garante que Projeto de Lei vai amanhã para Alep

Durante toda a manhã, a equipe sindical foi atrás de saber a quantas andava o Projeto de Lei que dá aquela revisada no Quadro Próprio da Saúde. Pois bem, depois de percorrer os corredores do Poder, o grupo foi até a Sesa para questionar o secretário.
Afinal, cadê o PL que corrige o QPSS? – Pois bem, depois de muita insistência, o secretário Michele Caputo, da Saúde, recebeu a equipe e se comprometeu a encaminhar o PL amanhã, 16/12, a proposta à Assembleia Legislativa. Entretanto, Caputo deixou claro que não tem como garantir que o projeto vá ser votado ainda em 2014.
Velha história – Quando o projeto é do interesse do governo, a proposta não ?se arrasta em intermináveis discussões. Mas com pressão o quadro pode se alterar.
Mobilização – A lei que criou o nosso Plano de Carreira precisa ser corrigida. Tivemos inúmeras conquistas. Foi um ano de avanços, sim. Mas não foi do nada. Foi porque há anos estamos na peleja, na luta, na lida.
Sabemos que é final de ano, todos estamos cansados, mas não dá pra ?fugir dessa batalha. Temos mais é de? nos organizar e fazer engrossa o plantão na Assembleia Legislativa.
Amanhã – 16/12
Às 13h na Alep
http://www.sindsaudepr.org.br/noticias/3585/secretario-garante-que-projeto-de-lei-vai-amanha-para-alep

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Democratização do contra-cheque na Universidade

Os trabalhadores da Universidade estão mais atentos aos seus direitos. Sintoma de progresso.
Esta semana procuraram a representante do Corpo Técnico nos Conselhos Superiores a respeito da dificuldade de acesso ao contracheque, até agora, disponível apenas pelo acesso a internet. Nem todos os funcionários tem acesso a computadores da instituição, uma coisa que já deveria ser realizada, na arena universitária, pois a Universidade deve ser o exemplo de democratização da educação, da alfabetização tecnológica. Para acessar as informações, estes teriam que fornecer suas senhas aos servidores que possuem domínio da informática, o que é constrangedor. Alegar que o servidor deva possuir computador em sua casa, é no mínimo, desrespeito, pois cabe a Universidade oferecer todas as condições e facilidades de informação aos seus trabalhadores.
Coerente com sua proposta de campanha, a Técnica Administrativa, Zoli Catarina, representante no Conselho de Administração, convidou a colega representante Telma Fonseca Sequinel e ambas foram conversar com a Pró-Reitoria de Recursos Humanos, que lhes garantiu a partir de dezembro, fornecer aos servidores com dificuldades de acesso a informatização, o contracheque impresso.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

O que uepgianos podem aprender com os paulistas?

Se fôssemos unidos em torno de idéias e objetivos. Se não fôssemos coptáveis por comissões eleitoreiras, ou se pensássemos apenas em nossos bons salários e olhássemos pelo salário dos nossos companheiros.
http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,servidores-da-usp-fazem-paralisacao-nesta-quarta-feira,1597982

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,servidores-da-usp-fazem-paralisacao-nesta-quarta-feira,1597982
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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Senado Federal e o uso de armas não letais por policiais

CCJ aprova prioridade para uso de armas não letais por policiais

Iara Guimarães Altafin | 19/11/2014, 16h06 - ATUALIZADO EM 20/11/2014, 09h34  


O uso de armas não letais poderá ter prioridade sobre as armas de fogo na ação policial, desde que não coloque em risco a vida dos policiais, conforme substitutivo da Câmara ao PLS 256/2005, aprovado nesta quarta-feira (19) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Armas não letais, de acordo com o texto, têm baixa probabilidade de causar mortes ou lesões permanentes e são projetadas para conter, debilitar ou incapacitar pessoas temporariamente. São exemplo desse tipo de instrumento gás lacrimogêneo, balas de borracha, spray de pimenta e arma de eletrochoque, também conhecida como taser.
O autor do projeto, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), aponta o crescimento da violência na ação policial, resultando em grande número de mortes, em especial de jovens. Para reduzir as ocorrências e manter a integridade física de pessoas em abordagens policiais, ele sugere uma lei para disciplinar o uso da força pelos agentes de segurança, com prioridade para armas não letais.
Na Câmara, o texto aprovado no Senado foi ampliado e atualizado, conforme explicou o relator, senador Inácio Arruda (PCdoB-CE). Ele apresentou voto favorável ao substitutivo, para incentivar a adoção de tecnologias de imobilização como opção às armas de fogo.
– Têm ocorrido casos no Brasil em que um agressor, um assaltante ou um criminoso, já detido, é atacado por arma letal – argumentou o relator.
De acordo com o texto, será proibido o uso de armas de fogo contra pessoa em fuga que esteja desarmada ou contra veículo que desrespeite bloqueio policial, desde que a situação não represente risco de morte ou de lesão a policiais e a terceiros.
A classificação e a utilização dos instrumentos não letais deverão constar de regulamento do Poder Executivo. O substitutivo prevê ainda como dever do poder público fornecer as armas não letais aos agentes de segurança pública e oferecer formação específica para sua utilização.
E sempre que o uso da força policial resultar em pessoas feridas, deverá ser assegurada a imediata prestação de socorro médico, bem como a comunicação do ocorrido à família das vítimas.
Com a aprovação pela CCJ, o substitutivo ao PLS 256/2005 vai ao exame do Plenário.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

seguro de vida para policial, bombeiro e agente penitenciário

Proposta de Emenda à Constituição que institui garantias de assistência médica e seguro de vida para policiais civis e militares, bombeiros militares e agentes penitenciários foi aprovada nesta quarta-feira (19) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A matéria será submetida a dois turnos de discussão e votação no Plenário do Senado.
No texto original da proposta (PEC 16/2014), seu autor, Fernando Collor (PTB-AL), tratava apenas de policiais civis e militares, mas a relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), incluiu bombeiros militares e agentes penitenciários, em emenda acolhida pela CCJ.
Lucia Vânia concordou com os argumentos de Collor de que os riscos da atividade policial justificam a medida contida na PEC, mas argumentou que os bombeiros também atuam em segurança pública, arriscando suas vidas na defesa da população, assim como os agentes penitenciários.
O texto aprovado determina que sejam garantidos a esses profissionais assistência à saúde e seguro de vida, compatíveis com os riscos de suas atividades. Determina ainda que os custos de implementação da medida sejam assumidos pelo ente federado ao qual os profissionais estejam vinculados.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Renovação do contrato com a Caixa Economica e os funcionários da UEPG

Na última reunião do Conselho de Administração, a Conselheira Zoli de Oliveira, sugeriu que no processo de renovação do contrato entre a Caixa Ecônomica Federal e a UEPG para processamento da Folha de pagamento, fosse proposto para o banco que os professores e funcionários fossem isentos dos 20% cobrados na cesta de serviços do banco. O que você acha? Mande sua opinião para a conselheira - zolioliveira646@hotmail.com