Se fôssemos unidos em torno de idéias e objetivos. Se não fôssemos coptáveis por comissões eleitoreiras, ou se pensássemos apenas em nossos bons salários e olhássemos pelo salário dos nossos companheiros.
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Discutir, desafiar o servidor público, especialmente das universidades públicas estaduais do Paraná, a outro comportamento em relação ao serviço. Resgatar o compromisso com à SOCIEDADE e não com os próprios interesses. Amoroso e solidário com quem paga seu salário e deve receber vantagens em qualidade e respeito. Enfrentar o individualismo que transformou o trabalho em mercadoria, cuja preocupação seja apenas, vendê-lo ao idiota sempre mais caro. Estimular a ética e humanidade no serviço.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Senado Federal e o uso de armas não letais por policiais
CCJ aprova prioridade para uso de armas não letais por policiais
Iara Guimarães Altafin | 19/11/2014, 16h06 - ATUALIZADO EM 20/11/2014, 09h34
Marcelo Crivella, autor do projeto original, destacou aumento da violência policial
Geraldo Magela/Agência Senado
O uso de armas não letais poderá ter prioridade sobre as armas de fogo na ação policial, desde que não coloque em risco a vida dos policiais, conforme substitutivo da Câmara ao PLS 256/2005, aprovado nesta quarta-feira (19) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Armas não letais, de acordo com o texto, têm baixa probabilidade de causar mortes ou lesões permanentes e são projetadas para conter, debilitar ou incapacitar pessoas temporariamente. São exemplo desse tipo de instrumento gás lacrimogêneo, balas de borracha, spray de pimenta e arma de eletrochoque, também conhecida como taser.
O autor do projeto, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), aponta o crescimento da violência na ação policial, resultando em grande número de mortes, em especial de jovens. Para reduzir as ocorrências e manter a integridade física de pessoas em abordagens policiais, ele sugere uma lei para disciplinar o uso da força pelos agentes de segurança, com prioridade para armas não letais.
Na Câmara, o texto aprovado no Senado foi ampliado e atualizado, conforme explicou o relator, senador Inácio Arruda (PCdoB-CE). Ele apresentou voto favorável ao substitutivo, para incentivar a adoção de tecnologias de imobilização como opção às armas de fogo.
– Têm ocorrido casos no Brasil em que um agressor, um assaltante ou um criminoso, já detido, é atacado por arma letal – argumentou o relator.
De acordo com o texto, será proibido o uso de armas de fogo contra pessoa em fuga que esteja desarmada ou contra veículo que desrespeite bloqueio policial, desde que a situação não represente risco de morte ou de lesão a policiais e a terceiros.
A classificação e a utilização dos instrumentos não letais deverão constar de regulamento do Poder Executivo. O substitutivo prevê ainda como dever do poder público fornecer as armas não letais aos agentes de segurança pública e oferecer formação específica para sua utilização.
E sempre que o uso da força policial resultar em pessoas feridas, deverá ser assegurada a imediata prestação de socorro médico, bem como a comunicação do ocorrido à família das vítimas.
Com a aprovação pela CCJ, o substitutivo ao PLS 256/2005 vai ao exame do Plenário.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
seguro de vida para policial, bombeiro e agente penitenciário
Proposta de Emenda à Constituição que institui garantias de assistência médica e seguro de vida para policiais civis e militares, bombeiros militares e agentes penitenciários foi aprovada nesta quarta-feira (19) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A matéria será submetida a dois turnos de discussão e votação no Plenário do Senado.
No texto original da proposta (PEC 16/2014), seu autor, Fernando Collor (PTB-AL), tratava apenas de policiais civis e militares, mas a relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), incluiu bombeiros militares e agentes penitenciários, em emenda acolhida pela CCJ.
Lucia Vânia concordou com os argumentos de Collor de que os riscos da atividade policial justificam a medida contida na PEC, mas argumentou que os bombeiros também atuam em segurança pública, arriscando suas vidas na defesa da população, assim como os agentes penitenciários.
O texto aprovado determina que sejam garantidos a esses profissionais assistência à saúde e seguro de vida, compatíveis com os riscos de suas atividades. Determina ainda que os custos de implementação da medida sejam assumidos pelo ente federado ao qual os profissionais estejam vinculados.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Renovação do contrato com a Caixa Economica e os funcionários da UEPG
Na última reunião do Conselho de Administração, a Conselheira Zoli de Oliveira, sugeriu que no processo de renovação do contrato entre a Caixa Ecônomica Federal e a UEPG para processamento da Folha de pagamento, fosse proposto para o banco que os professores e funcionários fossem isentos dos 20% cobrados na cesta de serviços do banco. O que você acha? Mande sua opinião para a conselheira - zolioliveira646@hotmail.com
sábado, 27 de setembro de 2014
UEM volta discutir a paridade
CONSELHO UNIVERSITÁRIO DISCUTE NOVAMENTE A PARIDADE
Nesta segunda-feira (29), a partir das 14 horas, no bloco da reitoria da UEM, o Conselho Universitário (COU), se reunirá novamente para discutir alteração no Estatuto da Universidade, revendo o peso dos votos de cada categoria na escolha de reitor. A proposta é que cada uma das categorias tenha 1/3 do peso de votos.
Com a mudança, o voto de professor que hoje equivale a aproximadamente 100 votos de alunos, ou a 10 votos de funcionários, passaria a ser computado de forma mais democrática, ou seja, a distribuição de 1/3 para cada segmento (professores, funcionários e alunos).
Essa reivindicação surgiu em 2004, quando o Conselho Universitário aprovou a mudança. Até então, era 33,33% para cada categoria e havia uma participação massiva nas eleições. Após 2006, com as alterações no Estatuto da Universidade, o peso dos votos dos professores foi elevado para 70%, reduzindo o dos funcionários para 15% e dos alunos também em 15%, provocando, assim, o desinteresse de parte dos eleitores.
A discussão da matéria iniciou antes do período eleitoral da reitoria e não ganhou a simpatia de todos os professores (docentes). Para alguns, a discussão deveria acontecer após o encerramento das eleições para a reitoria. O que já ocorreu no mês passado.
A paridade foi aprovada na Câmara de Planejamento no último dia 15 de setembro e entrou na pauta da próxima reunião do Conselho Universitário, que acontecerá segunda-feira, dia 29 de setembro. Para que a mudança possa ocorrer será necessária a aprovação de pelo menos 2/3 do Conselho que, atualmente, é composto por 65 pessoas.
A Constituição Federal defende que todo poder emana do povo. Afinal a Universidade Estadual de Maringá pertence a todos nós.
A mobilização sobre a PARIDADE tem o apoio Sociedade Civil Organizada, da Comissão Pró-paridade, dos Representantes dos servidores técnicos nos Conselhos: Universitário e de Administração, Sindicato da UEM, da Associação dos Funcionários, do Diretório dos Estudantes e da Câmara Municipal.
Reconhecer a paridade como instrumento de cidadania é aceitar o princípio da democracia e tudo que ela pode oferecer
Fonte: SINTEEMAR - sinteemar2013@gmail.com
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
SAS e tratamento de depressão e doenças da alma
DEPRESSÃO: o que é, como se trata, como se previne
PALESTRANTE: Luiz Ernesto de Mello
Todos os funcionários públicos, comunidade em geral, acadêmicos são convidados.
Local: Salão nobre do Hospital Santa Casa de Misericórdia
Data: 18 de setembro de 2014
Horário: 14 horas
PALESTRANTE: Luiz Ernesto de Mello
Todos os funcionários públicos, comunidade em geral, acadêmicos são convidados.
Local: Salão nobre do Hospital Santa Casa de Misericórdia
Data: 18 de setembro de 2014
Horário: 14 horas
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Agressão violenta a trabalhador da vigilância da UEPG no Campus de Uvaranas
Quero agradecer, infelizmente pela notícia ruim, as pessoas que estão me enviando mensagens, pedindo para comentar sobre o lamentável e previsto ataque que sofreu o nosso companheiro de trabalho, Cleyton. Seria interessante que as pessoas enviassem também à Reitoria da Universidade, ao Governador Campos Salles (PSDB/DEMO/PPS-2010-2014) e aos seus capachos que comandam o ensino superior e a Educação no PR.
Nos últimos tempos o campus vem sendo frequentado por usuários de drogas. Com o medo é uma coisa que marca as relações intra-universitárias, as pessoas reclamam e pedem para não ser identificadas, o que dificulta qualquer atitude. Alguns funcionários tem comentado conosco que o tão chamado "Quiosque" além da frequência de usuários de drogas pesadas, é alvo da falta de educação e de escolaridade dos que, em nome da liberdade, não respeitam o patrimônio público, pago e mantido com o dinheiro da população do Paraná, escrevendo palavrões, pornografia, mijando, cagando naquelas dependências (aliás, inúteis porque a burocracia para utilizá-las é desesperadora). Eu mesmo não verifiquei no local estas informações, mas creio que os servidores, que já pediram a representante do corpo técnico para que gestionasse junto a Reitoria o fechamento desse espaço, estejam mesmo dizendo a verdade.
Comento isto, mesmo o acidente e incidente com o Clayton, ter acontecido em outro local.
É oportuno discutir esse assunto com toda a comunidade universitária, pois há segmentos que divulgam amplamente a defesa da liberação das drogas e fazem parte da solução dos problemas. Estamos diante de uma teoria e de uma prática nem sempre tão amigáveis.
Assaltos e agressões aos vigilantes patrimoniais da Universidade, cujos casos constam na história, impõem uma urgente revisão na forma de trabalho deles. Por exemplo, é arriscado manter apenas um vigilante por Bloco, especialmente perigoso isso a noite. É preciso 3 para segurança do patrimônio e dos próprios servidores. É preciso solicitar policiamento militar dentro do Campus, não para inibir os estudantes, mas para garantir que atividades alheias as finalidades da Universidade sejam executadas. Uma polícia que tenha preparo para lidar com um ambiente que é contestador, democrático, livre, por excelência. Eu escrevi, polícia militar. Não disse "Guarda Patrimonial Municipal" aquela criada pelo PT e armada pela UDN.
A Reitoria, o alienado SINTESPO, as forças políticas de situação e oposição interna carecem reunir os vigilantes patrimoniais da instituição e ESCUTAR a categoria e ATENDER suas revindicações em termos de segurança do trabalho. Eles estão no pior front de batalha.
http://www.rspolicia.com.br/2014/09/funcionario-da-uepg-e-violentamente.html
http://arede.info/ponta_grossa/funcionario-da-uepg-e-espancado-campus-de-uvaranas/
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